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Assembleia Municipal

 O processo de descentralização e democratização do poder local trazido por Abril está ainda por cumprir plenamente. A regionalização administrativa não pode ficar presa na discussão de há duas décadas, em que como sabemos ganhou o “Não” no referendo de 1998.

Noticias

Há mais de ano e meio que queremos saber o que faz Mário Máximo na Câmara, mas parece que não nos querem esclarecer Segundo o código do procedimento administrativo, o regimento da AMO ou, principalmente, a lei das autarquias locais o executivo tem trinta dias ou até à sessão seguinte da assembleia para dar as respostas requeridas.

Saude

O novo Centro de Saúde de Odivelas há muito que é uma promessa sucessivamente adiada. Na sequência da homologação do do contrato programa para a construção do Centro de Saúde de Odivelas, assinado entre a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e a Câmara Municipal de Odivelas, a 13 de setembro a deputada Mariana Mortágua e o deputado Moisés Ferreira dirigiram duas perguntas muito claras ao executivo acerca dos prazos de construção e abertura do novo centro.

Bloco

Para garantir a programação sustentada da Malaposta sem criar défice operacional, alguma variável terá de se alterar: ou o município aumenta o subsídio de exploração, ou os salários descem, ou a programação é reduzida. Caso contrário, a Malaposta entrará em colapso ao final de alguns meses de concessão. Perante estas dúvidas, o vereador assumiu simplesmente que não tinha resposta e era um dado novo sobre o qual teria de pensar.

Bloco

Na sequência do processo de privatização do Centro Cultura da Malaposta, iniciado em junho pela Câmara Municipal de Odivelas, o Bloco de Esquerda promoveu dia 13 de Setembro duas iniciativas, com a participação do deputado Jorge Campos.

odivelas

O Bloco de Esquerda esteve presente, uma vez mais, nas Festas da Cidade de Odivelas, que decorreram de 8 a 17 de julho, no Parque Urbana do Silvado. As festas organizadas pela Junta de Freguesia de Odivelas têm contado com a participação dos partidos políticos representados na Assembleia de Freguesia, desde 2014. O Bloco tem sido o partido que mais valoriza esse espaço e assim continuará a ser!

cultura

A autarquia inventou a política cultural  porque entendeu-a fundamental para a criação de vínculos na comunidade. Sentiu-a necessária como veículo de representação de uma identidade própria para e da comunidade. Soube entendê-la como um território de confronto, de pensamento, de vivência e de socialização que provasse que cultura e desenvolvimento local estão intrinsecamente ligados. E por isso, por defender o que é comum, é um meio de coesão e de capacitação da comunidade, fundamental para uma maior consciência cívica. Nunca pode ser assumida de forma avulsa, ou seja desenraizada da realidade objetiva, nem ser alvo de experimentalismo no que diz respeito à sua gestão.